Como em qualquer
atividade podemos fazer escolhas.
Ontem estava em casa e
ia fazer uma checagem da impressão do Viajantes da Luz. Minha avó sempre me pergunta:
menino como está ficando o jogo? E me veio à cabeça para chama-la para jogar e
testar o Viajantes da Luz comigo.
Foi uma atividade bem
interessante, não foi a primeira vez que ela jogou. Por isso, achei que ela não iria dar muita
bola para jogar novamente. Mas pelo contrário. Notei que ela ficou bastante
interessada na jogabilidade. Ela não compreendeu muito bem a mecânica. No
início se atrapalhou com a trilha e com as peças do jogo, mas depois pegou o jeito e se
divertiu. Ainda jogou muito melhor que eu, risos. No final, ela já me falou quer
jogar mais vezes, inclusive quer conhecer os outros jogos que fiz.
Esse interesse, de minha avó em jogar, foi um exemplo, na prática, da ludicidade dos jogos. Além de mostrar que pode ser um exercício de inclusão, proporcionar o lazer e exercer a espiritualidade por meio de uma ação de carinho. Sabe aquele momento de dar amor ao próximo, esse de jogar com uma pessoa idosa é uma excelente oportunidade de praticá-lo. Os jogos podem proporcionar a inclusão e pode-se ainda estabelecer uma conectividade. Abrindo espaço para o diálogo e para passar um tempo junto o outro, é um momento prazeroso para ambos envolvidos na atividade. O fato de explicar e de orientar como funciona o jogo viram coisas mais secundárias, o principal é a interação e a diversão. Nesses momentos de interação se ganha muitos pontos no jogo da vida. Muitas vezes até passamos de fase!!
Depois, caso tenha
oportunidade, aprovei e tente jogar com um parente mais idoso. A avó, os pais
ou algum outro parente. Aproveite e prepare
um lanche é uma oportunidade de ganhar pontos no jogo da vida!! Esse é um
desafio muito divertido!!
Muita Paz!!
Espiritualidade e jogos:
Viajantes da Luz:
























